No encerramento do projeto Justiça Cidadã, presidente da OAB/TO apresenta manifesto reivindicando o atendimento padronizado da advocacia

Via ASCOM OAB/TO

Por Tatyane Cardoso

Publicada em: 27/11/2020 - 17h 50min
Atualizada em: 29/11/2020 - 19h 52min

Tatyane Cardoso
Tatyane Cardoso

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil- Seccional Tocantins, Gedeon Pitaluga, participou na manhã desta sexta-feira, 27, juntamente com o ouvidor-geral da OAB/TO, Arthur Oscar, e com o conselheiro estadual Guilherme Trindade da solenidade de encerramento do projeto Justiça Cidadã, realizado no Fórum de Palmas.

Na ocasião o presidente da OAB/TO parabenizou e destacou a importância do projeto Justiça Cidadã, pontuou também o reconhecimento ao presidente do Tribunal de Justiça e atualmente governador em exercício, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, e a diretora do Fórum de Palmas, juíza Flávia Afini Bovo, dentre outros magistrados.

O presidente da OAB/TO destacou a condução elogiosa do governador em exercício, desembargador Maia Neto, que sempre manteve o diálogo cordial com a Ordem e o atendimento atencioso a toda a advocacia. “Sob a condução do presidente Helvécio, hoje governador em exercício, o Tribunal de Justiça manteve sempre um diálogo respeitoso e democrático com a Ordem e toda a classe. Um comportamento que tem da OAB todo nosso reconhecimento”, afirmou Gedeon Pitaluga.

Foram mencionadas também as dificuldades que a advocacia tocantinense tem enfrentado nessa pandemia. Nesse momento os advogados e advogadas precisam ser ouvidos, pois a advocacia ainda enfrenta graves dificuldades de ser atendida pela magistratura.

“Nessa reflexão e reconhecimento da importância do diálogo é que a OAB conclama e traz esse manifesto de reivindicação ao Tribunal de Justiça, para que os juízes possam padronizar a forma de atendimento do magistrado à advocacia, se será presencial, por skype ou de outra forma, para que o advogado e advogada possam ter condição para exercer o que lhe é principal, que é o direito de manifestação na representação do jurisdicionado”, pontuou, Gedeon Pitaluga.